Corri a toa,
coração em rebuliço.
Vontade tive, de certo, de partir.
Lembrei-me de ti, do inicio...
E o vento soprava no ouvido
como quem se despede na partida,
dizia da sorte de outrora,
das idas e vindas desta vida.
Dizia da moça bonita, do amor
da paixão e da malícia,
cantava em sussuro o segredo
do homem o rancor e a cobiça.
Contava, nas lágrimas, a história
falava de mim e de ti.
E eu ouvindo calada,
esperando o destino na estrada,
esperando o momento de ir.
sábado, 17 de setembro de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
O poeta
O poeta perdeu sua alma,
na imensidão das palavras.
E seu poema, se entregou a solidão.
_ Antes partir que viver na ilusão_ pensava.
Que sonhar o sonho do tolo,
que viver deste abandono,
sem Amor, sem companhia.
Nem a noite, nem o dia,
lhe preenche o coração.
Melhor viver de palavras,
onde o sonho não se acaba,
e voa com a imaginação.
Viver no mundo de páginas,
de romance e de canção,
onde cada qual é feliz,
onde eu sou um aprendiz,
e o Amor é a melhor lição.
na imensidão das palavras.
E seu poema, se entregou a solidão.
_ Antes partir que viver na ilusão_ pensava.
Que sonhar o sonho do tolo,
que viver deste abandono,
sem Amor, sem companhia.
Nem a noite, nem o dia,
lhe preenche o coração.
Melhor viver de palavras,
onde o sonho não se acaba,
e voa com a imaginação.
Viver no mundo de páginas,
de romance e de canção,
onde cada qual é feliz,
onde eu sou um aprendiz,
e o Amor é a melhor lição.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Caminhos
Faz tempo que a vida deixou-se passar,
lentamente... entre o ontem e o hoje.
Foi-se alegremente a cantarolar,
Como criança que de algo foge...
E dela não tenho notícia.
O tempo levou-a consigo
Mas como nobre amigo, pra não magoar,
Deixou em minh'alma a lembrança,
Das coisas de infância, do cheiro de mar.
lentamente... entre o ontem e o hoje.
Foi-se alegremente a cantarolar,
Como criança que de algo foge...
E dela não tenho notícia.
O tempo levou-a consigo
Mas como nobre amigo, pra não magoar,
Deixou em minh'alma a lembrança,
Das coisas de infância, do cheiro de mar.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Tenho estado em silencio,
eu e meu coração.
Às vezes é preciso calar a mente
e deixar o pensamento voar...
Para então,
e tão somente
recomeçar.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Pontos nos is
Não gosto das afirmações imperativas,
o ponto de exclamação me parece
a primeira vista
demasiado autoritário.
Gosto das reticências
E do pensamento que lhes precede.
Gostos mais ainda da interrogação,
essa sim me acaricia as noites insones.
Nela viajo pelo mundo do "se",
Se tivesse ido? Se tivesse ficado?
As perguntas, na verdade, se amontoam no meu viver.
Sou um ser de perguntas, não de imposições.
sou um ser de reticências...
Suaves devaneios da linguistica.
E que a gramática me perdoe,
mas ignoro as virgularices alheias,
e se a vida me permite um obsequio
gosto de ter a meu favor,
não o tal do ponto final,
mas os dois pontos pra explicação:
Palavras são só palavras...
o ponto de exclamação me parece
a primeira vista
demasiado autoritário.
Gosto das reticências
E do pensamento que lhes precede.
Gostos mais ainda da interrogação,
essa sim me acaricia as noites insones.
Nela viajo pelo mundo do "se",
Se tivesse ido? Se tivesse ficado?
As perguntas, na verdade, se amontoam no meu viver.
Sou um ser de perguntas, não de imposições.
sou um ser de reticências...
Suaves devaneios da linguistica.
E que a gramática me perdoe,
mas ignoro as virgularices alheias,
e se a vida me permite um obsequio
gosto de ter a meu favor,
não o tal do ponto final,
mas os dois pontos pra explicação:
Palavras são só palavras...
terça-feira, 10 de maio de 2011
Insônia
Nas noites de frio, eu
sonho acordada.
Remexo,
reviro,
canto... assobio.
Nada.
O sono não vem,
e não tem ninguém
que me faça esquecer
de ti.
Que me faça seguir,
e parar de querer
você.
sonho acordada.
Remexo,
reviro,
canto... assobio.
Nada.
O sono não vem,
e não tem ninguém
que me faça esquecer
de ti.
Que me faça seguir,
e parar de querer
você.
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