Torne-se o tempo um zumbido,
Um som oco e estridente de dentes.
Um soar frio e insano,
Pro entre corpos dormentes.
Vendo o ultimo sopro que te atinge,
Remexo-me brutalmente,
Luto, ergo o corpo, sigo...
Tento novamente resistir.
Tu nem pensas estar vivo,
Ou nem sabes o que és.
E uma agonia louca de querer-te,
Invade-me a alma de relance,
Dilacerando por dentro o meu ser.
Crucifica a fé que alimentavas,
Enterrando em mim este viver...
Nenhum comentário:
Postar um comentário