A solidão enche meus olhos,
Amansa meu coração teimoso.
Deixando um rastro no caminho,
E um vazio doloroso.
Queria ver além das lágrimas,
Além do nevoeiro espesso.
Fazer da minha vida uma ponte,
Entre o passado e o futuro que nem conheço.
E deixar você partir, ir-se finalmente,
abandonar à própria sorte o amor.
E assim ser feliz livremente...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Pesadelo
Teus olhos num espelho
Tal qual Alice,
Perdido entre dois mundos.
Esperando certo coelho.
Enfadado pela chatice,
Abre a boca, nauseabundo.
Como se fosse um abismo,
Abrindo-se aos seus pés,
Cai, duramente na verdade.
E em meio ao teu ostracismo,
E do espírito pobre que és,
Tu ostenta essa vaidade.
Despenca das alturas,
No entanto,
E chega ao chão
Num solavanco.
Ainda sonolento,
Olha espantado,
Vislumbrando num momento,
Seu corpo estropiado.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Relembrando...
Nas palmas de tuas mãos
leio as linhas da minha vida.
Linhas cruzadas, sinuosas,
interferindo no teu destino.
Não te procurei, não me procurastes –
íamos sozinhos por estradas diferentes.
Indiferentes, cruzamos
Passavas com o fardo da vida...
Corri ao teu encontro.
Sorri. Falamos.
Esse dia foi marcado
com a pedra branca
da cabeça de um peixe.
E, desde então, caminhamos
juntos pela vida...
leio as linhas da minha vida.
Linhas cruzadas, sinuosas,
interferindo no teu destino.
Não te procurei, não me procurastes –
íamos sozinhos por estradas diferentes.
Indiferentes, cruzamos
Passavas com o fardo da vida...
Corri ao teu encontro.
Sorri. Falamos.
Esse dia foi marcado
com a pedra branca
da cabeça de um peixe.
E, desde então, caminhamos
juntos pela vida...
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Ciranda
Guga nos convidou pra dançar o Brasil. Foi uma festa de Danças Brasileiras, de um folclore contemporâneo e vivo, ardente, que me fez sentir saudade de ouvir, de cantar, de ser com elas. Guga tem dessas coisas, de fazer a gente sentir...
Ciranda
Na ciranda dançando e girando,
a menina de tranças compridas.
Rodopia e vai brincando,
com suas fitas coloridas.
E na roda vai girando,
sua saia azul turquesa.
Entre todos vai passando,
espalhando tua beleza.
Dança menina de tranças,
na roda à beira do mar.
Tu já não és uma criança,
Mas ainda não sabe amar...
Ciranda
Na ciranda dançando e girando,
a menina de tranças compridas.
Rodopia e vai brincando,
com suas fitas coloridas.
E na roda vai girando,
sua saia azul turquesa.
Entre todos vai passando,
espalhando tua beleza.
Dança menina de tranças,
na roda à beira do mar.
Tu já não és uma criança,
Mas ainda não sabe amar...
domingo, 5 de setembro de 2010
Tenho hora marcada com o destino,
A cada passo desta rua sem saída.
Acreditando neste tempo, clandestino,
Saboreando cada espaço nessa vida.
A cada passo desta rua sem saída.
Acreditando neste tempo, clandestino,
Saboreando cada espaço nessa vida.
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